Quais são os meios e a melhor forma de dar a volta a ilha de San Andrés?

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Se me perguntarem qual é a melhor forma de dar a volta a ilha de San Andrés em seus 26 km² de extensão, minha resposta será via passeio de lancha privativa, pelo fato de ser mais confortável, por ter a oportunidade de fazer vários passeios em um só dia e pela exclusividade.

Claro que esta é minha opinião pessoal e condiz com o meu perfil de viajante, mas não posso deixar de relatar quais são os meios que você poderá utilizar para fazer tal volta à ilha, uma vez que tudo dependerá de seu estilo e bolso.

Entre as diversas formas de realizar tal passeio, as mais convencionais e populares são com o famoso carrinho de golfe, de Kawazaki ou scooter, mas…

Antes de você decidir como fará tal passeio entenda como funcionará cada uma delas e qual é a minha opinião sobre:

Carrinho de golfe – 

O meio de transporte mais utilizado é de longe o tal do carrinho de golfe. Com ele será possível dar a volta à ilha durante um dia, passando pelos principais pontos turísticos terrestres, tais como, o famoso Hoyo Soprador, a praia de São Luís (linda, por sinal) e La Piscinita.

O aluguel diário varia entre 80.000  e 120.000 pesos colombianos (80.000 pesos equivaliam a cerca de R$ 130, em novembro de 2015), dependendo da época do ano e do tamanho do carrinho, sendo que só será possível você pode explorar a ilha com o seu possante entre 9:00 e 18:00 (no máximo 18:30), uma vez que a iluminação do carrinho é praticamente nula (faróis) durante a noite.

Neste tipo de transporte caberão de duas a quatro pessoas, dependendo do tipo de carrinho que você locar.

Como tivemos a programação recheada de diferentes atividades organizadas pela Secretaria de Turismo, não foi possível darmos a volta à ilha neste tipo de transporte, mas certamente ficará para a próxima vez. A Renata Campos do blog RêVivendo fez tal passeio e conta todos os detalhes e perrengues neste post bem completo em sua página -> Dando a volta à ilha de San Andres – carrinho de golfe

Mini (mesmo) jipe Kawazaki – 

Para quem quiser ter uma experiência similar ao carrinho de golfe, mas que pretende ficar mais tempo com o possante, em um veículo mais robusto e com iluminação, a dica é alugar o também requisitado Kawazaki.

A locação diária do veículo é bem mais cara, sendo cerca de 250,000 pesos colombianos (equivalentes a cerca de R$ 415, em novembro de 2015), mas vale a pena para quem quiser estender o passeio de volta à ilha e estiver com mais três pessoas para dividir a conta.

Tanto para o passeio com carrinho de golfe quanto para o passeio com a Kawazaki, segundo informações obtidas com as empresas que locam este tipo de transporte, não será necessária a apresentação da carteira de motorista. De qualquer forma, recomendo que levem o documento pq vai que…

Scooter – 

Sem dúvida, a opção mais barata de dar a volta à ilha de forma independente. Apesar de não recomendar tal tipo de passeio pelo fato do povo andar em uma velocidade bem acelerada, o que pode ser perigoso para você em duas rodas, muitas pessoas optam por este tipo de transporte pelo preço.

Além disso, é importante saber que não é costume usar capacete na ilha (não vi ninguém, nem mesmo quem locou este tipo de veículo utilizar).

A diária de uma scooter ou de uma moto variará entre 40.000 e 60.000 pesos colombianos, dependendo da época e do modelo escolhido.

Chiva –

A forma mais turística de dar uma volta à ilha e, de longe, a menos típica, uma vez que a chiva (vulgo pau de arara) é uma tradição colombiana (lembra do que falei no meu post anterior sobre as questões culturais?).

Esta é outra forma de locomoção que não recomendo pelo fato de ficar preso a horários e percursos tipicamente turísticos.

Táxi e Moto Táxi –

Para quem quiser dar a volta à ilha de forma independente e sem preocupação em dirigir ou ficar de olho em um mapa para se localizar, existe ainda a opção de dar a volta à ilha de táxi ou moto táxi.

Os taxistas cobram em média 80.000 pesos colombianos na baixa temporada, enquanto que os moto taxistas te cobrarão um valor bem inferior. Até mesmo porque será somente uma pessoa no veículo.

Eu, sinceramente, também não recomendo este tipo de transporte, pois ficará amarrado a uma outra pessoa a te levar nos lugares. Somente recomendaria se fosse sozinho e não tivesse a menor vontade de dirigir nenhum veículo por lá.

Lancha –

Apesar de não parar nos mesmos pontos turísticos de quem fará o passeio terrestre, como disse no começo do post, para mim esta é a melhor forma de dar a volta à ilha, uma vez que será possível fazer uma série de passeios marítimos, que convencionalmente, você faria em ao menos dois dias e em excursões cheias de gente e nem um pouco confortáveis por praticamente o mesmo preço, dependendo da quantidade de pessoas que estarão contigo na lancha.

Originalmente, o trajeto de lancha foi criado para os amantes da pesca esportiva praticarem a modalidade de forma artesanal enquanto passeiam pela ilha, mas é possível alterar isso e fazer a rota (com ou sem a pesca), do jeito que o grupo do dia decidir, dependendo sempre das condições climáticas e a velocidade do vento.

O trajeto mais bacana e que eu sugiro é fazer no mesmo dia é Johnny Cay, Acuario e Cayo Bolivar, além das tradicionais volta pelos manguezais e da parada em West View para um mergulho e um pulo de trampolim. Apesar de muitos poderem achar que é muita coisa, não se esqueçam que estarão em uma lancha rápida e, que a ida a Cayo Bolivar, por exemplo levará em torno de uma hora e em um passeio exclusivo.

O passeio de lancha comporta no máximo doze pessoas onde é cobrado 200.000 pesos colombianos a hora da lancha (não por pessoa, mas pela lancha total), o que equivale a R$ 330, aproximadamente. Tal valor dividido em um grupo sairá muito mais barato que os passeios isolados de Johnny Cay e Acuario (aproximadamente 20.000 pesos colombianos por pessoa) e Cayo Bolivar (180.000 pesos colombianos por pessoa).
Quem faz o passeio de lancha?
Recomendo de olhos fechados que o faça com o simpático e atencioso Pedro da Release Me (contato: releasemesanandres@gmail,com).
Como fiz a volta à ilha duas vezes e de lancha, prefiro não indicar empresas que fazem o passeio nos outros tipos de veículo, uma vez que não tive a experiência e não posso opinar quanto a qualidade dos serviços prestados.
Dica da Flor 1 –
Apesar da minha preferência, se tiver que dar uma boa dica para quem estiver em uma turma ou com uma boa reserva, esta dica é fazer o passeio de lancha em um dia e o passeio com o carrinho de golfe ou Kawazaki (o último principalmente pelo fato de poder contemplar o por do sol que acontecerá depois das 19 horas) em outro dia, dado que são paisagens e ângulos quase que totalmente diferentes que serão vistos no passeio terrestre e marítimo.

No passeio de lancha, exceto pelo desembarque no Acuario para almoço (se você quiser), todos as paradas são no mar e paga-se a taxa de 5.000 pesos colombianos para pisar em Johnny Cay (valor incluso em muitos passeios tradicionais).

Já no passeio terrestre, não esqueça de considerar o valor da gasolina e, que da terra não será possível ir a Johnny Cay e Cayo Bolivar, uma vez que só é possível chegar de embarcação marítima.

Dica da Flor 2 –

Para quem quiser mais dicas úteis sobre as ilhas de San Andrés, Providencia e Santa Catalina, aqui vai link do post que fiz para te ajudar a planejar sua viagem para lá -> San Andrés, Providencia e Santa Catalina – dicas úteis e práticas para ler antes de ir

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