Pelotas – o que fazer, onde comer, ficar e fazer compras na Capital Nacional do Doce

Pelotas – o que fazer, onde comer, ficar e fazer compras na Capital Nacional do Doce

Depois de um incrível por do sol no caminho de volta de São José do Norte, mais uma cidade nos aguardava para ser desbravada. Era a vez de Pelotas nos apresentar suas belezas, encantos e atrações.

Conhecida por muitos como a Capital Nacional do Doce e Princesinha do Sul, engana-se quem pensa que o turismo na cidade é só para quem gosta de uma boa dose de glicose. Para quem não sabe, até praia de água doce tem, além de um importante pólo universitário, diversificada rota gastronômica e atrativos culturais.

Já fui a Pelotinha (apelido que dei carinhosamente a cidade) duas vezes e a conheci sob o olhar e explicações de pelotenses como a Robertinha do blog Territórios e sua família, que com tanto carinho, sempre me receberam, bem como, da eficiente e preparada equipe do Pelotas Convention & Visitors Bureau, que sem dúvida alguma, foi a cidade com mais estrutura e mais bem preparada para atender o turista de todas que passamos.

Para vocês terem uma ideia, a cidade possui até um aplicativo de turismo da prefeitura chamado Pelotas Tem (disponível na Apple Store e na Google Play) com os diferentes atrativos da cidade para auxiliar o visitante a se planejar.

Pelotas e a Revolução Farroupilha

A cidade teve grande importância para revolução não só pelo fato dos farrapos terem tido um grande apoio financeiro dos donos das charqueadas de Pelotas, que sentiam sua riqueza e desenvolvimento comercial ameaçados pela política do Império brasileiro e pelo aumento dos impostos, mas também por questões territoriais.

Foto: Paula Brum, blog Mochilinha Gaúcha

Com o objetivo de ter a sua disposição o Canal São Gonçalo, que tinha ligação importante e rápida com o mar, os farrapos tentaram por vezes tomar posse da região, mas nunca conseguiram por muito tempo. Foram batalhas ferrenhas e sangrentas entre imperialistas e farrapos onde sempre prevaleceu a soberania imperialista.

O que fazer?

Há muito o que fazer em Pelotas e tem opções para todos os gostos e bolsos. Fiz uma lista de experiências clássicas, com base na experiência que tive, mas há muito ainda que conhecer pela cidade.

1 – Centro Histórico

A exemplo de grande parte das cidades do extremo sul do Rio Grande, o Centro Histórico de Pelotas é uma de suas atrações.

Pelo fato de ter sido uma cidade muito rica no passado, a arquitetura dos casarões, localizados no entorno da Praça Coronel Pedro Osório, possuem forte influência da arquitetura européia, influência esta preservadas até o dias de hoje em suas fachadas.

 

 

 

Aproveite para conhecer também o Mercado Central, ficar em uma das mesas de seus barzinhos ou restaurantes apreciando uma boa comida e jogando conversa fora.

 

E visite o prédio da biblioteca, que é um dos que têm a parte interna mais conservada e bela.

 

 

2 – Museu da Baronesa

Datado do século XIX, o Solar da Baronesa virou o Museu da Baronesa e abriga um rico acervo de mobílias de mogno, enxovais bordados, vestuário de época e demais raridade que caracterizam de certa forma todo poder aquisitivo dos anos áureos da indústria charqueadora. Nesta época, a alta sociedade pelotense era diretamente influenciada pelos costumes, vestes e arquitetura europeus, fruto de constantes viagens a Europa, substancialmente a Paris.

Infelizmente, não conseguimos entrar no museu porque chegamos exatamente na hora que suas portas fecharam, mas recomendo a visita aos que querem um pouco mais abastada história de Pelotas.

Informações – Museu da Baronesa:

Horário de funcionamento: Terça a sexta entre 13:00 e 17:00
Sábado, domingo e feriados entre 14:00 e 18:00
Website: http://www.museudabaronesa.com.br/

Somente para a visita ao museu que é cobrada a taxa de R$ 3,.

3 – Rota das Charqueadas

Considerada no passado a Capital Econômica no Ciclo do Charque, Pelotas abrigava em seu território cerca de cinquenta charqueadas, que foram responsáveis por produzir carne seca e charque, principais alimentos da época.

Atualmente, há quatro charqueadas abertas (Santa Rita, São João, Costa do Abolengo e Boa Vista), que permitem visitação e formam a chamada Rota das Charquedas, com atrativos e atividades diferentes.

Casarão visto do passeio de barco da Charqueada São João

Tive a oportunidade de conhecer a Charqueada São João, datada de 1810 e localizada a seis quilômetros do centro da cidade, o local foi cenário da famosa mini série A Casa das Sete Mulheres.

 

 

Por lá é possível fazer um belíssimo passeio de barco pelo Arroio Pelotas, palco de muitas batalhas durante os anos da Revolução Farroupilha, além da visita guiada na parte interna e externa da propriedade.

 

Além disso, a charqueada ainda conta com um espaço de eventos com serviço de buffet disponível para locação.

Informações – Charqueada São João:

Passeio de barco – R$ 35, por pessoa
Visita guiada – R$ 15, por pessoa
Endereço: Estrada da Costa, 750 – Areal
Website: http://www.charqueadasaojoao.com.br/

Entre em contato para agendar a sua visita.

4 – Tour com o Expresso Quindim

A bordo do clássico Chevrolet Brasil modelo 1961 é possível fazer um tour personalizado e com guia turístico pela cidade de Pelotas. Nós, obviamente, não perderíamos a oportunidade de fazer esta peripécia, passando com o possante em pontos como a Catedral Metropolitana São Francisco de Paula, a Charqueada São João e a fábrica de doces Imperatriz.

Durante a Fenadoce 2016, por exemplo, a empresa responsável pelo veículo montou uma rota que passava por pontos turísticos como os casarões históricos do centro da cidade, o Museu da Baronesa e o Laranjal.

Informações – Expresso Quindim:

Valor do tour – Dependerá do tipo de tour
Contato: (053) 3227 6261 ou 9138 1452
Email: mb.turismo@terra.com.br
Fanpage: https://www.facebook.com/ExpressoQuindim/

Normalmente o ponto de partida do ônibus é o Mercado Central de Pelotas, mas é bom se informar antes para checar a disponibilidade do tour. Caso esteja com dificuldade, procure informações na loja da Imperatriz localizada dentro do Mercado Central.

5 – Visita a fábrica da Imperatriz Doces Finos

Já que estamos na Capital Nacional do Doce, a ida a uma fábrica da espécie não pode ficar fora do roteiro. Visitamos a tradicional fábrica da Imperatriz que tem um cardápio tentador de doces típicos portugueses. Destaque para o quindim que é de comer rezando…

 

A visita guiada deve ser agendada também, mas por lá não há um espaço para comer seu doce acompanhado de um cafezinho. Por isso, recomendo que visitem a loja da Imperatriz que fica dentro do Mercado Central e que tem que uma variedade de doces, salgados e bebidas para você saborear tranquilamente em uma tarde qualquer na cidade.

Informações – Imperatiz Doces Finos:

Endereço: Mercado Central de Pelotas – Lojas 39 e 40
Horário: Segunda a sexta: 08:00 às 21:00, sábado: 09:00 às 21:00 e domingo: 09:00 às 18:00
Telefone: (053) 3028 0352
Email de contato: atendimento@imperatrizdocesfinos.com.br
Fanpage: https://www.facebook.com/Imperatrizdoces/
Website (desatualizado): http://www.imperatrizdocesfinos.com.br/

6 – Praia do Laranjal

Uma vez na região da Costa Doce, não tem como passar por Pelotas durante o verão e não se largar (como dizem os gaúchos) na famosa Praia do Laranjal, parte integrante da Lagoa dos Patos e cheia de figueiras centenárias.

O local é um verdadeiro reduto dos pelotenses que querem pegar aquela cor nos dias quentes, apreciar um belo nascer do sol ou apenas fazer um churras e tomar o seu chimarrão (chimas) a beira mar em qualquer época do ano, uma passadinha por lá é praticamente obrigatória aos adoradores de uma bela orla, como eu.

Tive a oportunidade de ir a Praia do Laranjal no final do verão e não resisti em praticar stand up paddle com a Robertinha “na minha garupa”.

7 – Comprar roupas e produtos típicos do Rio Grande do Sul

Como muitos de vocês sabem, sou paulista, mas adoro me trajar com roupas típicas dos lugares que visito. Quando planejamos a rota, falei para as meninas que queria me vestir de prenda e de pilcha.

Rodamos muitos lugares pelas cidades que passamos, mas só encontramos juntos em um só lugar as roupas do jeito que eu queria e o famoso pelego (tapete de pele de ovelha) que a mãe me pediu, coincidentemente, quando visitamos a Sallaberry, nossa patrocinadora e especializada em artigos veterinários (sabem que não sou de falar nada que não seja espontâneo).

Foto: Paula Brum, blog Mochilinha Gaúcha

Pensei a mesma coisa que vocês devem estar pensando agora: Mas o que tem a ver artigos veterinários com pilcha? Pois bem… – A Sallaberry possui um bazar com bombachas masculinas e femininas, lenços, camisas, chapéus, botas, garrafas térmicas e demais acessórios para chimarrão, pelegos e muito mais, me levando a loucura. (Post com opinião independente da algazarra que fizemos neste post do blog da Paula, Mochilinha Gaúcha -> Mochilinha Gaúcha – Sallaberry).

Foto: Paula Brum, blog Mochilinha Gaúcha

Aproveitei a deixa para me vestir de gaúcha e, Robertinha vendo todo aquele movimento e alvoroço, não resistiu e me acompanhou na aventura. Só sei que paramos, literalmente, a loja. Afinal, quem entraria em uma loja e faria horrores com as vestimentas gaúchas só para mostrar parte dos costumes daquela terra?

Claro que não só me vesti, mas aproveitei para levar algumas coisas para casa, incluindo dois pelegos (antes que levasse uma bela bronca da mama) e um poncho chileno que foi paixão a primeira vista!

Informações – Sallaberry:

Endereço: Avenida Fernando Osório, 1.531 (amplo estacionamento nesta loja da rede)
Telefone: (053) 3283 6867
Horário de funcionamento – Segunda a sábado entre 08:00 e 19:00
Fanpage: https://www.facebook.com/Agropecu%C3%A1ria-Sallaberry-1609750542622826/

Onde comer?

Pelotas oferece excelentes opções gastronômicas para todos os gostos e estilo. Durante a última visita a cidade tive a oportunidade de variar bastante o cardápio. Entre as opções:

Crêperie Bistrô 

Com um espaço gastronômico moderno e descolado sob o comando do chef Márcio Ávila, a proposta do Crêperie Bistrô é um pouco diferente dos tradicionais restaurantes da cidade. Como o próprio nome deixa a entender, a casa é especializada em crepes franceses. Tal especialidade é servida somente durante o jantar, mas o menu não para por aí.

Local onde almoçamos na Crêprerie

Durante o horário de almoço é servido um delicioso e diversificado buffet (por ou a quilo) de saladas, pratos quentes e sobremesas, o qual tive a oportunidade de degustar e aprovar. Destaque para o bolinho de arroz que estava incrivelmente crocante e cheio de sabor, do jeito que eu gosto!

 

Informações – Crêperie Bistrô:

Endereço: Avenida Bento Gonçalves, 3.274
Telefone: (053) 3229 2029
Horário de funcionamento: Segunda a sábado: entre 11:30 e 14:00 e 18:45 e 23:30
Website: http://www.creperie.com.br/

Mercado del Puerto:

Quem me conhece bem sabe que não sou uma fã nata de parilladas, que prefiro um certeiro filé mignon ou entrecot. Já as gúrias, Paula e Robertinha, se enlouquecem com os rins de ovelha, língua e afins. Claro! Não podem negar as raízes gaúchas…rs

Para resolver esta questão e diferença de hábitos e paladares, fomos conhecer o Mercado del Puerto, restaurante uruguaio que tem uma extensa variedade e tipos de carne, massas, saladas e outros pratos, mas que obviamente prevalece a parillada uruguaia com seu principal atrativo.

Enquanto saboreava satisfeita um bem servido e apetitoso entrecot, as gurias lambiam os beiços e arregalavam os olhos para suas carnes preferidas que vieram também em uma bem servida parilla. Todas felizes com seus pratos, ficamos horas conversando naquele ambiente agradável e climatizado do restaurante.

Como não conheço muito sobre este tipo de gastronomia, a hora que chegou a primeira leva da parilla, olhei e pensei: Nossa, quanta comida! Mal sabia eu que aquilo (foto acima) era só a entrada…rs

Aos que forem ao Mercado del Puerto, que também recomendo pelo sabor, atendimento e tamanho dos pratos, tenham em mente que um prato que no menu diz que é para duas pessoas, na verdade serve quatro mulheres famintas tranquilamente, ok? – Quem gostou desta brincadeira da parillada e do entrecot bem servidos foi a mãe da Robertinha, que recebeu uma marmita nossa (das carnes que sobraram), assim que saímos do restaurante. Baaah…

Informações – Mercado del Puerto:

Endereço: Rua Rafael Pinto Bandeira, 1.889 – Centro
Telefone: (053) 3222 0686
Horário de funcionamento: Terça a sábado: entre 19:00 e 00:00
Fanpage: https://www.facebook.com/pages/Mercado-Del-Puerto/119087334838622

Cannil – o meu Xis de Pelotas:

Para quem não conhece, o famoso e tradicional Xis gaúcho, trata-se de um lanche de forma arredondada que é feito de forma prensada e cheio de recheio, recheio este que pode ser dos mais variados. Caso esteja varado de fome, não há mata fome melhor. Caso queira só experimentar, peça um para dividir com alguém ou guarde o que sobrou para comer mais tarde. A gauchada que conheço gosta muito do Xis coração, mas eu sempre vou para a versão que faz analogia a um X salada.

Em Pelotas, há espécies de food trucks (não é bem este tipo de “truck” que você pensa) que ficam espalhados pelas cidades com mesas e cadeiras nas calçadas. Alguns deram tão certo que até viraram verdadeiras lojas físicas.

Nem um pouco badalado, instalado por momentos em uma praça da cidade, o Cannil foi a opção mais recheada e saborosa que comi. Tá certo que não comi muitos Xis em Pelotas, mas Robertinha, a pelotense da Rota Farroupilha, é fã e frequentadora assídua do Cannil, tem a opinião de que é o melhor lugar de Xis da cidade. Lembro que testamos outro local de Xis, que já se instalou em um endereço físico, e chama-se Circulu´s e a experiência não foi boa.

Além de termos tido um atendimento muito aquém do desejado, três fatos me decepcionaram ali. Um deles foi que quando eu fiz o pedido, a moça me perguntou se eu queria o lanche com ovo, respondi que sim, mas ela não havia me dito que seria cobrado um valor a parte. Só fui ver na hora que a conta estava na minha mão. Outro fato, foi que pedi catchup para duas atendentes (com zero de bom humor) diferentes, meu lanche acabou e nada da especiaria. E para finalizar, o recheio do Xis era menor do que o que comi no Cannil. Apesar de todos estes transtornos e dos olhares atravessados de algumas atendentes, tenho que admitir que o lanche estava bom, mas não volto pelos transtornos.

Desta forma, já que é pra enfiar o pé na jaca, prefiro apostar no simples, mas impecável Cannil, que tem a opção de delivery.

Informações – Cannil:

Endereço: Rua Pinto Martins, 345
Telefone: (053) 3225 3177
Horário: Dominga a terça e quinta feira : entre 18:00 e 01:00, sábado fica até às 02:00
Fanpage: https://www.facebook.com/cannillanches1/

Onde ficar?

Hotel Curi

Mais uma boa surpresa de hospedagem na rota farroupilha. Vendo o clássico Hotel Curi do lado de fora, não imaginava que me surpreenderia tão positivamente quando entrasse no meu quarto.

Datado de 1966, o hotel foi totalmente reformado, atendendo atualmente tanto o público executivo que frequenta a cidade durante a semana, quanto exigentes hóspedes, como eu, que vão passar alguns dias perambulando pela cidade. O Curi possui o aconchego certo para quem gosta de um hotel confortável e de ser mimado.

Logo que chegamos no quarto, demos de cara com um bilhetinho personalizado e escrito a mão dando boas vindas. Ao abrir o frigobar, mais uma surpresa. Uma caixa da Imperatriz, cheia de doces de Pelotas. Pela manhã, vindo pelo vão da porta, o jornal com as notícias do dia e um boletim informativo e personalizado (com meu nome) com a previsão do tempo. Fala se não é para morrer de amores por este hotel?

 

 

Não foram só os mimos que surpreenderam, o tamanho do quarto, do toilette, da mesa de trabalho, a qualidade do sinal do WiFi, a boa e generosa ducha e os apetrechos, tais como, roupão, chinelo e o equipamento para esquentar água na hora e fazer um chá, também fizeram a diferença na experiência como hóspede.

 

 

 

 

O café da manhã é bem servido e conta com opções de pães, salgados, bolos, frios, frutas, sucos, café, chás e iogurte para começar bem o dia.

 

O hotel ainda dispõe na recepção de algo que achei o máximo! Uma cuia já com erva para você colocar água quente e tomar um chimarrão.

Informações – Hotel Curi:

Endereço: Rua General Osório, 719 – Centro (com estacionamento próprio)
Telefone: (053) 3227 9955
Website, onde é possível fazer a reserva: http://www.hotelcuri.com.br/
Caso prefira fazer sua reserva pelo Booking.com: http://www.booking.com/

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Agradecimento ao apoio em Pelotas:

– Ao Pelotas Convention & Bureau que tão bem nos recebeu com tantas informações e mimos e, que juntamente com o Sebrae Costa Doce, deram todo suporte ao nosso projeto;

– Ao Expresso Quindim pela cortesia do passeio no famoso possante de Pelotas;
– A Imperatriz Finos Doces Finos pela cortesia da visita guiada e pela degustação dos doces;
– A Charqueada São João pelas cortesias da visita guiada e do passeio de barco;

– Aos restaurantes Crêperie Bistrô e Mercado del Puerto que nos proporcionaram a cortesia do almoço e do jantar, respectivamente;

– Ao Hotel Curi pela cortesia da hospedagem, mimos e atendimento exemplar.

Agradecimento aos patrocinadores da Rota Farroupilha:

O roteiro teve o patrocínio do escritório BCM Advogados e da Agropecuária Sallaberry , além do suporte do Sebrae Costa Doce e de algumas secretarias de turismo. A viagem usou como base o Caminho Farroupilha elaborado pelo Sebrae – RS e oferecido como pacote turístico pela Tchê Fronteira Turismo, de Bagé – RS.

O projeto Rota Farroupilha e seus envolvidos:O projeto #RotaFarroupilha é um projeto dos blogs Territórios e As Peripécias de Uma Flor em parceria com os blogs Café Viagem e Mochilinha Gaúcha, que contou com as participações especiais do blog Andarilhos do Mundo e a jornalista Criz Azevedo.

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