Escolha Certa – Qual é o melhor óleo?

Escolha Certa – Qual é o melhor óleo?

Escolha Certa – Qual é o melhor óleo?

Uau.. Que vamos falar hoje de um assunto meio polêmico! Qual é o melhor óleo?  Tanto já se falou, mas muita gente ainda tem dúvidas!

As gorduras já foram muito crucificadas no passado, mas com o acesso a tecnologia e a novos estudos, hoje já se sabe que a gordura tem papel fundamental na nutrição do ser humano, representando papéis importantíssimos na saúde e bem estar. Entre outras coisas, fornece energia, auxilia na absorção de diversas vitaminas pelo intestino, afetando o funcionamento do corpo como um todo, desde a modulação hormonal, até o brilho dos nossos cabelos. Desta forma, o acesso à “gordura” vem sendo oferecido de diversas formas e é aí que temos que tomar cuidado, afinal, já sabemos que existem gorduras do bem e gorduras do mal. Podemos dizer que há 3 tipos de gorduras:

Saturadas:  pode ser bastante prejudicial a saúde, tendo seu consumo recomendado ao limite de 7% das ingestão de calorias diárias. Provém de alimentos de origem animal como banha, bacon, toucinho, carnes, leites e derivados integrais, além de estar presente nos óleos vegetais, como o óleo de coco. Seu consumo elevado está ligado a doenças cardíacas.

Mono-insaturadas: seu consumo reduz o colesterol ruim (LDL) e ajuda na prevenção das doenças do coração. De maneira geral, sua ingestão recomendada é de 20% das calorias diárias, podendo ser encontrada nos óleos vegetais, azeitona, abacate e oleaginosas.

Poli-Insaturadas: representadas pelos Ômega 3 e Ômega 6, são essenciais a saúde geral, pois além de controlar o colesterol e triglicérides, ajuda no combate as doenças cardíacas. São as gorduras encontradas nos peixes e nos óleos vegetais. Seu consumo deve ser de até 10% da ingestão de calorias diárias.

Foto: Getty Images

Bom agora que já entendemos um pouco dos tipos de gordura, vamos ao que interessa? Óleos! Qual é o melhor óleo para nossa alimentação e dieta?

Óleo de Soja: é o óleo mais popular e é fonte de Ômegas 3 e 6 e baixo teor de gordura saturada. Assim como o azeite de oliva, ele aumenta o nível do bom colesterol (HDL) e ajuda a reduzir o ruim (LDL), atuando na prevenção das doenças do coração. É razoavelmente resistente às altas temperaturas, por isso pode ser usado para fritar.

Óleo de Milho: assim como o óleo de soja é rico em Ômega 6 (mas tem menos Ômega 3), ajuda no controle do colesterol, mas é sensível a altas temperaturas, portanto, deve ser aquecido até 180°C no máximo, caso contrário, perde suas propriedades.

Óleo de Canola: é o que contém menor teor de gorduras saturadas (somente 6%). Entretanto, seu consumo não deve ser estimulado. pois diversos estudos apontam efeitos negativos para a saúde por ser originário de uma planta geneticamente modificada. Aquela florzinha da embalagem na verdade mascara a modificação genética efetuada pelos canadenses para adaptar para a cozinha. É um óleo que antigamente só podia ser usado industrialmente. Clique aqui para saber mais!

Óleo de Girassol: possui baixa quantidade de gordura saturada e boas quantidades de Ômegas 3 e 6. Pode ser aquecido até 200°C sem perder suas propriedades e nutrientes.

Óleo de Palma: Muito bom para a saúde (melhor ainda se não for refinado), bastante resistente ao calor, pode ser usado amplamente na cozinha. Só um adendo… é importante saber a procedência do produto, pois a colheita tem causado forte impacto ambiental em diversas regiões do planeta.

Azeite de Oliva: uma das opções mais saudáveis para a cozinha, apesar de ter custo mais elevado. É muito rico em gordura monoinsaturada, que ajuda a reduzir os níveis de LDL e aumentar o colesterol bom (HDL). É por isso que é um dos óleos mais indicados para prevenção de doenças cardiovasculares. Entretanto, é sensível a altas temperaturas, perdendo suas substâncias antioxidantes. Pode ser usado para refogar, assar, cozinhar, mas não para fritar alimentos. E melhor ainda se for o extra virgem!

Óleo de Coco: queridinho do mundo fitness, o óleo de coco tem muitas vantagens, a principal é que diversos estudos apontam que ele aumenta significativamente os níveis de colesterol bom, além de fornecer muita energia e ajudar a queimar calorias por ser um termogênico natural.

Manteiga: a manteiga também já teve muita má fama, mas hoje em dia também vem sendo inocentada, assim como o ovo, por ser uma gordura natural, de fonte animal, tendo vários estudos atuais comprovado que não há ligação com doenças cardíacas desde que consumida com moderação.

Mas e aí Luci, qual o melhor óleo?

Eu não disse por uma razão muito simples! Com tantas opções, porquê escolher um só? Equilíbrio (lá vem ela..) é a palavra chave aqui também… Para ter uma dieta saudável e garantir todas as necessidades nutricionais do dia, o que eu sugiro é o uso alternado dos óleos vegetais, levando em consideração, principalmente, sua sensibilidade ao calor. Além da questão de saúde, também é preciso considerar a questão financeira. Não dá pra usar óleo de coco na cozinha o tempo todo, já que tem custo super elevado.  Na minha casa, utilizo 4 tipos de óleo e vou alternando seu uso de acordo com a situação: óleo de coco para fazer meus ovinhos matinais ou dar um up no pré treino (Alô, bullet coffee!), azeite extra virgem para rápidos aquecimento e sempre na salada, óleo de milho para refogar verduras ou manteiga, que também uso para alguns bolos de caneca (em pouca quantidade). O único óleo que realmente não utilizo é o óleo de canola.

Se você quiser saber um pouco mais sobre os problemas ligados ao óleo de canola, assista ao vídeo abaixo e faça sua pesquisa. Também deixo outro link para leitura e saber mais sobre o tema.

Óleo de Canola – Será que é saudável mesmo?

Créditos da foto de capa:  https://biosom.com.br

Créditos do GIF:  https://giphy.com

 

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