Como fugir das ladeiras de São Francisco para chegar a Union Square?
31/07/2014 4 comentários

Como fugir das ladeiras de São Francisco para chegar a Union Square?

Depois de retornar da Ilha de Alcatraz feliz e contente, estava eu toda empolgada na região do pier e, com toda aquela sede que todo viajante tem para explorar a cidade ao máximo que puder durante sua estada. Rua que vai, rua que vem e, eis que me deparo com a rua do meu hotel. Logo pensei: Super cool!!! – Voltarei a pé para o meu
provisório lar hoje. São dois mil números de distância, mas vou devagar para explorar a Powell Street e as ladeiras de São Francisco.

Novata na cidade, o único detalhe que não era ainda de meu conhecimento é de que a Powell Street está na lista de uma das ruas mais íngremes da cidade de São Francisco. No começo as ladeiras até que eram tranquilas, mas comecei a adentrar a rua e avistar verdadeiros morros “de responsa” pela minha frente.

Naquele momento pensei: Já que estou na rampa, que abrace a ladeira! Pegar um ônibus ou o cable car pra que? Você não tem pressa para voltar, minha flor…

E foi nessa vibe que eu subi e desci, subi e desci sei lá quantas vezes até chegar a Union Square.

Como fui a passos de “tartarugas havaianas”, admirando a cidade e fotografando tudo que via pela frente, não sofri muito com as ladeiras e depois de uma hora e pouco, cheguei finalmente ao hotel.

E para quem quer perambular pela região e não sofrer com as ladeiras há alguma saída, minha flor?

Opa!!! Para tudo tem uma solução, meu querido leitor!
Agora, mais espertinha, resolvi pegar o cable car e dar um pulinho na Lombardi Street, a rua mais sinuosa do mundo.

Para chegar nela, obviamente que teria que enfrentar alguma ladeira ou meio de transporte, mas para sair dela rumo novamente a Union Square, não seria mais necessário a penosa caminhada.

E sabe como eu descobri? Quando me deparei com uma senhora ladeira até chegar a Lombardi Street e pensei: Isso não dará certo, de novo! Será que não tem outro jeito?

Desci a Lombardi encucada com aquilo e, quando saí da rua comecei a conversar com uma amiga canadense
sobre as opções de fazer o tal do “sobe e desce” novamente ou pegar um transporte público, taxi e afins ali por perto. Foi aí que um entregador de lanches bonitão, de ouvidos em nossa conversa, passa por nós de bicicleta rindo e diz: “(“Sabe de nada inocente…”) Vocês não precisam sofrer!” Desçam mais duas ruas e virem a direita. A rua que vocês virarão é a rua da Chinatown que é plana e as levará a Union Square em uma reta só”.

Uma olhou para outra e começou a rir porque víamos ladeiras para todos os lados. E depois de tanto rir, pensamos: Será que ele está falando a verdade ou quer nos enganar?

Como estávamos de férias e, novamente sem hora para nada, decidimos arriscar. Afinal, a Chinatown estava em nossos planos de rota em alguma de nossas andanças pela cidade.

Sei que começamos a descer e descer e, de repente achamos a rua. E não é que era verdade, mesmo?

A rua quase não tinha inclinação e, só víamos as ladeiras gigantes nas travessas.

Agradeço até hoje ao entregador pela dica que aqui compartilho hoje e pelo tour que pudemos fazer em Chinatown e, que será tema para outro post do Peripécias.

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